Sábado, 30 de Maio de 2009
Domingo, 21 de Setembro de 2008
22 DE SETEMBRO - DIA MUNDIAL SEM CARRO - Equinócio da Primavera

A Bicicletada acontece em mais de 200 cidades ao redor do planeta. Inspirada pelo movimento de massa crítica, a Bicicletada é uma iniciativa civil livre e horizontal, que busca promover os meios de transporte não-motorizados e a cidadania.
Consiste numa pedalada pacífica de aproximadamente uma hora realizada uma vez por mês pelo centro da cidade, preferencialmente nas ruas de maior movimento. Pedalamos pelo direito de circular com tranqüilidade todos os dias.
Celebramos a locomoção inteligente, que não polui o ar, não congestiona as ruas e humaniza a cidade. Trocamos idéias e experiências para consolidar alternativas de locomoção. Ocupamos o espaço público para promover a convivência.
Os principais objetivos da Bicicletada são divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano. Sem esquecer de tratar com respeito motoristas, pedestres e ciclistas para dar o exemplo de uma postura civilizada e agradável a todos.
O único requisito é um veículo não-motorizado (bicicleta, patins, skate, patinete, etc). Panfletos, cartazes, alegorias e boas idéias são muito bem-vindos.
Dia: último sábado do mês
Saiba mais sobre o Bicletada no blog: http://www.bicicletadacuritiba.org/
Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008
Rio, eu gosto de você!
O Rio fica na minha lembrança, infelizmente não foi possível fincar raízes, mas retorno para visitar os amigos.
Um grande abraço para todos os cariocas.
Aos meus famíliares digo que, a cada dia que reviro nosso passado, vou montando o quebra-cabeças que nos une. Recebi da prima Mariza uma amável carta e fotos de meus avós e tios.
Obrigado. Em breve retorno com a pesquisa, na cidade de Curitiba.
RIO, EU GOSTO DE VOCÊ! (parodiando um amigo carioca em campanha eleitoral)
Sábado, 31 de Maio de 2008
CARTÓRIO DE QUARAÍ - INICIANDO PESQUISAS...
O banco de dados já possui 252 nomes. A dificuldade existente é com nomes corretos, datas e locais de nascimento dos avós e bisavós (paternos e maternos).
Gerson Vieira
Pesquisando: Vieira, Soares, Castilho(s), Barbosa, Fagundes(z), em Quaraí e demais cidades da fronteira-oeste do RS, Artigas (Uruguay).
PESQUISA INICIADA NOS REGISTROS DE NASCIMENTO - CARTÓRIO DE QUARAÍ
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NOMES DE POSSÍVEIS PARENTES (Diretos e colaterais):
Livro A-1 - registrados de 12/01/1889 à 20/11/1898
Antonieta Saldanha Simões - fl. 86
Carmelina Saldanha - fl. 128-v
Garibaldy Cartilho Ziebel - fl. 37
Hermenildo Barbosa - fl. 149
Izidoro Soares Trindade - fl. 13-v
Juliana Andréia de Barbosa - fl. 22-v
Laffayete Eurico Fagundes - fl. 17
Luiza Alves de Castilhos - fl. 98
Landigero Neto Saldanha - fl. 153
Ludigero Neto Saldanha - fl. 140
Noema da Silva Reverbel - fl. 91-v
Palmyra Vieira da Silva - fl. 59
Rosa Fagundes - fl. 127-v
Roza Alves de Castilhos - fl. 186
Rosalina Castilho - fl. 186
Victalinia Saldanha - fl. 11
Livro A - registrados de 03/11/1897 à 19/09/1900
Antonio Salva Saldanha - fl. 38-v
Ana Rosa Soares - fl. 35
Celso Luiz Saldanha - fl. 27
Claudino Peralta - fl. 47-v
Claudiana Peralta - fl. 103
Dorival Soares Cavalheiro - fl. 45-v
Damasceno José Soares - fl. 34-v
Dorival Suares - n/ident.
Estevão Saldanha - fl. 52
Etelvina Soares - fl. 85-v
Isolete Soares Garcia - fl. 25
Maria Pereira Nunes - fl. 145
Pompilio Peralta - fl. 162
Plinio Alves Saldanha - fl. 192-v
Serafim da Silva Saldanha - fl. 18
Ubaldino Fagundes Freitas - fl. 95-v
Livro A-5 - registrados de 05/10/1900 à 23/05/1904
Alfíbia Castilhos - 18-v
Anna Almeida Saldanha - fl. 29-v
Adão Soares - fls. 55 e 55-v
Ary Saldanha Rodrigues - fl. 142
Arnobio Saldanha Simões - fls. 148-v e 149
Bernardo Fernandes Barbosa - fls. 196 e 196-v
Carolino Fagundes de Freitas - fls. 68 e 68-v
Clementina Soares Garcia - fl. 183
Candida Fagundes Lima - fl.61
Delmira Fagundes de Freitas - fl. 139
Diamantina Fagundes Freitas - fl. 1
Davina Soares Garcia - fl. 60
Dinah Saldanha Simões - fls. 80 e 80-v
Derly Silva Saldanha - fls. 104-v e 105
Erico Brum Saldanha - fls. 17-v e 18
Estevão Vieira - fl. 133
Ediosina Soares Gonçalves - fl. 140-v
Francisco Peralta - fl.2
Goralino Vieira Nunes - fl. 133
Felicio Castilhos - fls. 190 e 190-v
Gomercindo Soares - fls. 187-v e 188
Hermes Brum Saldanha - fl. 17-v
Hemeterio Saldanha - fl. 21
Honorina Vieira Soares - fl. 51-v
Izaltina Soares Abreu - fl. 1
Irman Brum Saldanha - fl. 131
Jandir Saldanha Rodrigues - fls. 30-v e 31
Joanna Fagundes dos Santos - fl. 51
Julio Vieira - fl. 124
Joaquina d'Oliveira Castilhos - fl. 194
Juvenal Fagundes de Freitas - fl. 198-v
Maria Manoela Saldanha Pereira - fl. 19-v e 20
Lenardo Vieira - fl. 146
Maria do Carmos Saldanha da Rosa - fl. 116
Maria Carolina Saldanha da Rosa - fl. 117
Maria Olga Saldanha - fl. 118
Noalva de Almeida Vieira - fl. 184-v
Pantila de Oliveira Castilhos - fl.97
Oliva Almeida Vieira - fl. 54
Rivadavia da Cunha Correa Sobrinho - fl. 62 e 62-v
Rozendo Peralta - fl. 83-v
Syrio Saldanha Simões - fl. 13
Verendino Castilhos E. - fl.64 e 64-v
Victor Saldanha da Rosa - fl. 117
Waldemar Soares Bueno - n/ident.
Terça-feira, 27 de Maio de 2008
Ti-ti-ti atrasado

Rio de Janeiro - nas minhas andanças pelas calçadas de Botafogo, deparei-me com a figura linda de Laura Proença, numa bela foto na revista Caras. Soube depois que Laura é filha de Miguel Proença, pianista de fama internacional, radicado no Rio de Janeiro, foi colega da minha mãe, em Quaraí-RS. Laura é a personagem chamada "Vesga" da novela Duas Caras, da Globo, que está terminando. Eta mundão pequeno!
Sábado, 26 de Abril de 2008
Confira as dicas para construir sua árvore genealógica

Construindo sua árvore genealógica
Triângulo
Assumindo que você é o ponto de partida da árvore genealógica, trace os caminhos para os seus dois pais, quatro avós, oito bisavós, 16 tataravós e assim por diante. Forma-se um triângulo que, quando atingir dez gerações, terá mais de mil nomes. É pesquisa para a vida toda.
Entrevistas
Para conhecer a história da família, é essencial falar com as pessoas mais velhas. Prepare minibiografias dos ancestrais, com nomes, apelidos, características pessoais, datas e locais de casamentos e falecimentos e causa da morte. Não deixe de anotar tudo.
Documentos
Certidões de nascimento, casamento, óbito e naturalização, além de testamentos, passaportes e carteiras de trabalho, possuem datas e outros dados importantes. Se não os tiver, consulte cemitérios, cartórios de registro civil, igrejas e Centros de História da Família.
Internet 1
Publique o (s) sobrenome (s) que você estuda em listas de discussão e sites de genealogia. Associe um e-mail para trocar figurinhas com outros genealogistas. Alguém pode precisar de ajuda ou ter dados que o ajudem a encontrar a folha que falta na sua árvore.
Internet 2
Ao procurar por uma pessoa, informe o que sabe sobre ela. Se não tiver nada, tente alguém próximo, por nome completo, quando e onde nasceu, com quem casou, o nome dos pais, dos avós, onde morava, onde morreu ou parentesco.
Internet 3
Visite com regularidade sites de pesquisa genealógica, pois costumam ser atualizados com frequência. Utilize ferramentas de busca e, para saber da ocorrência de um sobrenome no mundo, consulte listas telefônicas (www.auxilio-a-lista.com.br) e sites de jornais das regiões.
Fonte: Folha de São Paulo - http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u11051.shtml
Nota:
Existem vários programas para que você faça de forma organizada sua árvore genealógica, eu estou utilizando dois programas:
1. PAF - programa fornecido gratuitamente, na versão em português no site: http://www.familysearch.org/Eng/default.asp, o programa é baixado no computador e serve como banco de dados, com inúmeras funcionalidades. Existe também um manual em PDF que pode ser baixado para melhor utilização do programa;
2. Meus parentes - em www.meus parentes.com.br, a vantagem é que você pode utilizar em qualquer computador, em qualquer lugar do planeta porque os dados ficam armazenados no servidor.
Qualquer dúvida escrevam, terei o maior prazer em ajudar: gelavieira@gmail.com
Gerson
Domingo, 20 de Abril de 2008
Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul – o que fazer com nossa memória?
Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul – o que fazer com nossa memória?
O ser humano sempre sentiu necessidade de registrar sua passagem pela Terra, em vários suportes – pedra, barro, papiro, papel, couro e outros. Exemplos ainda existentes são as pinturas rupestres, as inscrições em monólitos – estelas, em livros e em tantos outros. Talvez seja a consciência de sua mortalidade, de sua frágil condição humana que o impele a registrar sua existência, seus feitos, suas proezas, seus medos, suas incoerências.
Para tanto são criados e mantidos Arquivos, Museus, Bibliotecas, que se convertem, por excelência, na fonte de nossa memória mediata e imediata. Porém, infelizmente, o tempo se encarrega de destruir e apagar o que a memória humana não consegue mais lembrar ou então o que o indivíduo ou a sociedade não logram mais conservar.
O Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul – AHRS é um desses repositórios de nossa memória. Ele foi constituído como uma subdivisão do Arquivo Público do Rio Grande do Sul (APERS), em 1906. No ano de 1925 foi anexado ao Museu Júlio de Castilhos, quando surgiu a denominação atual de Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul[1]. Seu desmembramento e instituição independente se deram apenas em 29 de janeiro de 1954. Atualmente, o AHRS está situado no Prédio do Memorial do RS, Rua Sete de Setembro, 1020 – 2º andar, sala 17, centro de Porto Alegre-RS, CEP: 90010-191, fone (51) 3227-0883 ou 3221-0825, e-mail: ahrs@cultura.rs.gov.br
A função primordial do AHRS é de guardar e conservar documentos históricos de origem pública e/ou privada acerca do surgimento fático e oficial do Estado do Rio Grande do Sul.
Seu acervo é formado por documentos organizados em, aproximadamente, 40 fundos temáticos, como, por exemplo: fundo de imigração, fundo de obras públicas, fundo consular etc. Cada fundo é composto por documentos avulsos ou em codices (livros encadernados manuscritos contendo cadastro/listagem de imigrantes, correspondências oficiais, registros de lotes e/ou prazos coloniais e outros). O acervo do AHRS é quantificado em sete quilômetros (7 km). Em relação à documentação referente à Imigração, chega-se ao total de 1.000 exemplares (entre avulsos e codices), dos quais mais de 50 codices foram declarados absolutamente indisponíveis por estarem em péssimo estado de conservação, conseqüentemente, inacessíveis à pesquisa. Outros documentos necessitam de intervenções parciais de restauro e conservação.
O quadro funcional do AHRS é reduzido, tendo: 2 historiógrafos, 3 funcionários públicos, 2 funcionários terceirizados, 6 estagiários e 2 funcionários nomeados em cargo em comissão (CC). A restauração da documentação é feita apenas pelos historiógrafos e cidadãos voluntários capacitados para esse ofício.
O Estado do Rio Grande do Sul, em virtude de crises orçamentárias consecutivas e históricas, dota o AHRS de pouca receita, haja vista, a quantidade de funcionários destinados a cumprir com a função primordial do AHRS – guardar e conservar seu acervo, ser diminuta. Ademais, a grande quantidade de documentos a espera de intervenções totais ou parciais de restauração é significativa, revelando por si só a premência da mobilização social – sociedade, iniciativa privada e pública – na recuperação do acervo sobre a constituição humana e social do Estado do Rio Grande do Sul.
A quantidade de codices a espera de restauro aumenta diariamente, mas o AHRS não dispõe de verba, nem de pessoal em quantidade suficiente para fazer frente a essa precária situação. Porém, há alternativas que podem ser soluções, principalmente, se houver o envolvimento direto da sociedade, iniciativa privada e instituições públicas.
A iniciativa privada aliada a instituições públicas e à sociedade podem reverter esse lastimável quadro. Na Europa e América do Norte é comum Bibliotecas, Museus, Arquivos e demais órgãos de cultura serem mantidos e subvencionados pela sociedade e instituições público-privadas, através de doações e/ou incentivos fiscais.
No Brasil, há várias leis de fomento ao mecenato, dentre elas a Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), que prevê incentivos fiscais a pessoas físicas e jurídicas. O Estado do RS também dispõe da Lei Estadual nº 10.846/96 sobre compensações de até 75% do valor aplicado com o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em projetos e investimentos voltados à cultura e sua preservação.
Empresas públicas ou privadas podem ter seu nome associado a instituições culturais e isso gera uma imagem positiva de respeito e envolvimento com o grupo social, no qual estão inseridas. Há, assim, uma propaganda afirmativa de comprometimento, valorização e respeito à cultura local. Em última análise, há, por parte dos consumidores locais, uma valorização e preferência a marcas e mercadorias produzidas por empresas comprometidas e engajadas.
Além disso, estabelecer convênios entre o AHRS e as Universidades resultará em proveito para ambos órgãos, pois oportunizará a experiência ao futuro profissional (estudante universitário), além de lhe agregar conhecimento prático e teórico de sua área. O AHRS, por seu turno, terá em seu quadro provisório de funcionários, estagiários qualificados e aptos a realizar as intervenções tão necessárias aos documentos, sempre sob orientação dos restauradores do arquivo. Não haverá vínculo empregatício entre o AHRS e os estagiários universitários, apenas a contratação sob a condição de aprendiz.
A restauração, digitalização e disponibilização em suporte eletrônico do Acervo do AHRS resultará na preservação da história da Imigração no Sul do Brasil, sua fácil acessibilidade e servirá, também, como referência de consulta e estudo para pesquisadores de todo o mundo. Democratiza o conhecimento e amplia novas perspectivas de estudos acadêmicos sobre o fenômeno universal da Imigração.
A documentação, por ora, é constituída de originais sem nenhum tipo de reprodução. O suporte papel é frágil e o tempo, pragas e manuseio irresponsável aceleraram o processo natural de deterioração dos exemplares.
A preservação do acervo do AHRS, iniciando pelo fundo de Imigração, o mais buscado pela comunidade e o mais danificado, é apenas o início para outros projetos futuros de recuperação e divulgação do conhecimento sobre a memória sócio-cultural do Estado do Rio Grande do Sul.
A participação ativa e positiva de toda a gama social – comunidade, iniciativa privada e instituições públicas – é a alternativa mais viável, senão a solução para a recuperação, preservação e divulgação dinâmica do Acervo do AHRS.
Garantir a perenidade desses documentos em outros suportes e disponibilizá-los significa garantir a preservação da História Universal da Imigração, ou seja, de nossa memória.
Elisandro José Migotto
Porto Alegre-RS
[1] Informação obtida no site da Secretaria de Estado da Cultura do RS, disponível em: http://www.cultura.rs.gov.br/principal.php?inc=arq_hist ; acessado em 12 de abril de 2008.
Nota do blog:
Infelizmente não consegui reproduzir as fotos tiradas pelo Elisandro, mas dá para comprovar o lastimável estado de muitos documentos ao vê-las.